Teste contra Covid-19 foi desenvolvido com ajuda de microrganismo marinho

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Nem sempre é fácil de perceber o potencial que o oceano tem para nos proporcionar novos benefícios. Um exemplo está no uso de organismos marinhos como base para o desenvolvimento de remédios, cosméticos e substâncias que beneficiam a saúde humana.

Ainda nos anos 1960, foram descobertas as primeiras bactérias capazes de viver em fontes termais. Estas fontes são muito quentes: dentro delas, a temperatura pode variar entre 60°C e 380°C. Algumas dessas fontes situam-se nas regiões abissais do oceano, onde não chega luz. Por isso, são a base para sustentar as formas de vida que habitam estas profundezas, organismos conhecidos como extremófilos. Mas também podem existir em certos ambientes em terra. A descoberta deu origem ao estudo dos extremófilos. Posteriormente, nos anos 1990, fora encontradas bactérias em fontes termais que se mostraram extremamente resistentes. Enzimas destas bactérias foram aproveitadas, então, no desenvolvimento do teste de de reação em cadeia da polimerase (PCR). Largamente empregado na pesquisa científica, o PCR também ficou muito conhecido como o teste rápido que usamos para  identificar a COVID-19, e também é capaz de assinalar a presença da AIDS e da Sars (síndrome respiratória aguda grave) no organismo.

Vale lembrar que saúde de qualidade corresponde ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) de número três. E que outro ODS, o de número 14, estabelece a proteção da vida marinha como um todo.

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